Canadá 6: Uma cidade chamada Charlevoix

 
1. Português
2. En Français – La ville Charlevoix (descends la page pour lire)
3. In English – A city called Charlevoix (roll down to read)
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Fui à Charlevoix, outra cidade no Canadá, com uma companhia chinesa, Voyages Wonder. Paguei Can$ 62.00 pela viagem de ida e volta + estadia de uma noite em um hotel. Compensou, apesar de alguns imprevistos.

Primeiro tenho que dizer que o hotel era extremamente bom pelo preço, tive acesso à piscina, sauna, sala de ginástica, mesa de sinuca, etc. O quarto era muito confortável, grande, com aquecedor, limpo e duas camas king size ótimas.

Fotos da cidade:

Imprevistos: cada atividade lá deve ser paga à parte, assim como as refeições. A mais cara custava Can$ 60 – ver baleias. Acho que foram propostas 6 atividades para os 2 dias. A única que me arrependi de ter escolhido foi a visita a uma mini fazenda na qual vi o processo de fabricação das diferentes farinhas da região – Can$ 9. A degustação de alguns vinhos típicos por Can$ 2, visita ao Casino e ao Canyon Sta-Anne por Can$ 11 dólares valeram à pena. Não posso esquecer de mencionar o jantar estilo francês – entrada, prato principal, sobremesa e para beber, água, claro. Pagar Can$ 24 para comer pouco e uma comida sem qualidade já foi o bastante.

Foto degustação de vinhos e janta:

A principal atividade era ver as baleias. Mas mesmo antes de pagar pela viagem jà havia decidido não pagar para ver. Eu até curto baleias e acredito que deva ser uma experiência tão magnífica quanto fazer um safari na África e ver cara-a-cara um leão ou um elefante. No entanto, o problema é que fiquei pensando sobre o assunto, a companhia está acostumada a levar turistas todos os dias ao mesmo local para ver tais animais mas, mesmo assim, não há como ter o controle exato de qual lugar especificamente as baleias vão aparecer, a natureza é incontrolável afinal.

Fotos do moinho no qual a farinha é fabricada:

Meus amigos até ficaram pensando o porquê da minha decisão. Eu fiquei com receio de falar o verdadeiro motivo, afinal, era apenas uma hipótese e, a probabilidade de eles verem baleias era grande. Como último argumento, eu não queria ser o “estraga prazeres”.

Preferi ficar na cidade passeando por 3 horas. Um vilarejo bem provinciano que parecia uma cidade fantasma. Incrível! Me senti um daqueles forasteiros que chegam em uma cidade a procura de um bar. Comigo não foi diferente, mas em vez de “birita”, estava mais interessado em achar um lugar com banheiro e conexão wi-fi. Encontrei o restaurante, usei a internet e conheci o vilarejo.

Fotos do vilarejo:

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Após 3 horas, meus amigos retornaram da viagem. Gostaram do passeio, mas ver baleia “de verdade”… hmmm… até viram, mas após ver as fotos, fiquei feliz em não ter pago. Me mostraram umas fotos com “calombos” na água ao fim do horizonte. Definitivamente eram baleias, mas me lembrei de quando vi alguns golfinhos na Ilha do Mel, no início do ano. Vi os golfinhos por acidente, mas eles estavam muito mais perto e visíveis do que as fotos que meus amigos mostraram.

O Canyon Ste-Anne

Nesse dia o tempo não estava muito bom. O único restaurante do lugar não era muito bom, mas na hora da fome e do frio qualquer coisa é comestível. A paisagem é magnífica. Depois fomos ao Casino, no qual é proibido tirar qualquer tipo de foto (interior).

Fotos do Canyon:

Video do Canyon:

Fotos do Casino:

Imprevisto principal: uma chinesa se perdeu durante o passeio para ver as baleias. Resultado: atraso de 2 horas antes de partir para o casino e de mais de 1 hora esperando pela chegada da mesma no Casino. Deveríamos ter chego em Montreal as 18:00h, acho. Mas isso só aconteceu as 23:00h. A mulher pediu desculpas a todos e até entendi que erros acontecem, mas tinha que ser justamente uma chinesa num ônibus de viagem de uma companhia chinesa? Se eu não tinha preconceito, acredito que agora eu tenha um pouco, pois a mesma história de “zica” aconteceu quando eu procurava um apartamento aqui e fui na onda de um corretor chinês… mas deixa pra lá, pois, talvez, o “zicado” seja eu.

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Sobre Albert Takahashi
Brazilian-Japanese, gratuated in advertising, home-broker, traveler, experiencialist, blogger, tweeter guy, youtuber, digital influencer, living/studying French in Montréal currently, analysing the human behaviour and its interaction with the social media.

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