“Pequenas Europas” parte 2: Hungria

1. Português
2. In English – “Tiny Europes” Part II: Hungary (click on “Saiba Mais” and roll the page down to read)
3. En Español – “Pequeñas Europas” Parte II: Hungría (pinche en “Saiba Mais” y baje la página para leer)                  

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1. A Hungria é um país com mais de 10 milhões de habitantes, sua capital, Budapeste, tem aproximadamente 2 milhões de habitantes e é sobre essa cidade que vou falar um pouco.

Budapeste antigamente era duas cidades. O rio Danúbio dividia os dois lados, um se chamava Buda e o outro Pest. Do lado Buda ficam os monumentos e muses genéricamente falando – o castelo fica deste lado. Do lado Pest há uma área mais comercial.

Não tenho muito o que falar da cidade pelo pouco tempo em que passei por lá. Somente 1 semana. No entanto, a cidade me surpreendeu em todos os sentidos.

A Europa é interligada por trens e são um bom meio de transporte, mas não se engane o preço não é tão em conta. Muitas vezes compensa mais pegar um avião levanto-se em conta a relação custo benefício. Enfim, quando cheguei à estação de Budapeste sofri um pouco até consegui chegar no albergue o qual já havia feito a reserva – aconselho utilizar o site do hostelworld para procurar a acomodação apropriada. Simplesmente, havia apenas um posto de informação turística e a pessoa não estava em um dia muito bom, ou talvez eu não estivesse em um dia muito bom… a verdade é que houve muitas falhas na comunicação e acabei tomando o ônibus para o lado oposto ao do albergue. O que me salvou foi o bom senso de ter pego o mapa e ficar com dúvida quanto às rotas e o quão diferente do mapa eram. Foi então que decidi perguntar para um rapaz se eu estava no caminho certo. Era um francês muito ‘gente boa’ que disse que eu devia ter comprado um ticket de ônibus, pois não aceitam dinheiro. Ele inclusive me deu 2 tickets e me mostrou o caminho certo.

Chegando no ponto tive ajuda de uma húngara jovem muito legal também que me levou até o mais perto possível da rua a qual precisava chegar.

Então cheguei ao Loft Hostel. Pessoas bacanas e jovens de todo o mundo, inclusive, um cara que trabalhava por lá com uma história interessante. Tinha 22 anos e havia se formado em biociência com foco em genética… ou algo do tipo… enfim, gente de todos os cantos. O lugar era bem aconchegante, baladas organizadas quase todos os dias e a chave era um código trocado a cada 15 dias.

Ao chegar no Loft, a imagem é de uma casa enorme abandonada. O elevador e o prédio estavam em condições precárias. No entanto, o lugar era aconchegante e alegre.

Obs: quando faltavam dois dias para partir, toda a galera saiu para um pub alí perto. Havia um grupo de 3 jovens inglesas também – e as inglesas merecem a fama que tem de adorar destilados. A parte chata, foi que mesmo com o código de segurança, depois daquela noite, alguém de dentro (presumiu-se) conseguiu levar 3 laptops dessas inglesas. Aproveitaram a ressaca de todos e levaram tudo.

Fotos do Loft Hostel (não tirei muitas fotos internas pois a bateria da máquina estava fraca e penei para encontrar un benjamim que servisse.

A vista do Rio Danúbio é fora de séria da Ponte Széchenyi Lánchíd também.

Neste dia estava rolando uma passeata, me aconselharam a não ir, mas para quem está acostumado a sair às vezes até mesmo em dia de clássicos entre São Paulo e ‘Curíntia’, tal passeata seria ‘fichinha’… e foi… haviam até famílias nas ruas e vendedores de comidas típicas.

Os famosos banhos termais. Isso compensa muito. Os banhos termais públicos. Imagine você em um ambiente a 2º – 4º de temperatura entrar em piscinas gigantes e variadas a céu aberto. A temperatura das águas era de mais de 30º… Perfeito!

Aconselho a ir, você pode passar o dia inteiro lá dentro e gastar 18 euros mais ou menos.

Obs: MUITO IMPORTANTE. Pegue o manual do turista. Nele haverão telefones para emergências, guia de restaurantes e lugares para conhecer, o mapa da cidade e uma dica importantíssima. Leiam tudo assim que chegarem, eu li somente no último dia, mas foi meio tarde.

A situação foi a seguinte, existe uma rua chamada Fashion Street, o comércio é bem ativo e por lá passeiam golpistas. Na maioria das vezes mulheres. Nesse guia, está descrito o golpe com todos os detalhes. Não se enganem, no Brasil, você normalmente é assaltado à mão armada. Lá, é diferente, as ‘scammers’ vão armando uma cilada e quando você percebe pode ser tarde.

Eu havia acabado de chegar e estava com o mapa ‘perdidão’ – bem turista. Fui a isca perfeita. Se aproximaram duas mulheres, uma aparentava ter uns 60 anos e tinha várias rugas a outra devia ter uns 30 anos. As duas chegaram em mim perguntando se podiam ver o mapa depois. E começaram a conversar dizendo que tinham acabado de chegar e queriam conhecer a cidade. A conversa foi indo e elas falaram para todos tomarmos uns drinks. Fomos tomar uns drinks. pedimos um martini para cada e quando veio a conta, elas queriam que eu pagasse – detalhe: cada martini equivalia a 20 euros (mais ou menos 60 reais). A garçonete estava no envolvida também. O resultado foi que as 3 começaram a me pressionar a pagar, coloquei a senha errada 3 vezes no meu cartão e disse que só pagaria o que eu havia consumido. E ficamos nessa, o momento estava tenso… até que ameaçaram chamar a polícia e eu concordei. Nesse momento, as 3 pararam, pensaram e disseram para eu pagar somente o meu martini e ir embora, e foi o que fiz.

Abaixo as imagens dos banhos termais, da cidade no geral e seus monumentos!

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Aconselho a conhecerem o lugar se tiverem a oportunidade, apesar de tudo.

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2. “Tiny Europes” Part II: Hungary


Hungary is a country with more than 10 million inhabitants, its capital, Budapest, has approximately 2 million inhabitants and is about this city I will talk a little.

Budapest was once two cities. The Danube river separated the two sides, one was called Buda and the other Pest. Buda side has the monuments and museums generically speaking – the castle also stands on this side. Pest side is a more commercial area.

Not much to talk about the city for the short time I spent there. Only 1 week. However, the city surprised me in every way.
Europe is connected by trains and they are a good mean of transportation, but the price is not so good for your wallet. Often, catching a plane is more beneficial. Anyway, when I reached the station in Budapest I suffered a bit until reached the hostel which had already booked – I advise using the site hostelworld to find suitable accommodation. Simply, there was only a tourist information office and the person was not very good that day, or maybe I was not having a very good day … the truth is that there were many failures in communication and I ended up taking the bus to the wrong way. What saved me was the good sense to have picked up the map and to get questions about the routes and how different from the map they were. Then, I decided to ask a man if I was on track. He was a French – a nice person – who said I should have bought a bus ticket because they do not accept cash. He even gave me two tickets and showed me the right way.
Getting to the point I had help from a Hungarian pretty cool too and he took me as close to the road which I needed to come.

So I arrived at the Loft Hostel. Nice people and young people from all parts of the the world, including one guy who worked there with an interesting history. He was 22 and had graduated with bioscience focus in genetics … or something. The place was very cozy, ballads arranged almost every day and the key code was changed every 15 days.
Arriving at the Loft, the image is a huge abandoned house. The elevator and the building were in poor condition. However, the place is warm and happy.
Note: two days left to go and all the guys went to a pub nearby. There was a group of three young English with us – and the English deserve the fame that has to love alcohol. The annoying part was that even with the security code, after that night, someone from within (it was assumed) managed to take three of laptops from the English girls. He saw that everyone was tired because of the drinks took everything.

Pictures of the Loft Hostel (I did not take many pictures because the battery of my cam was weak and it was difficult to find a Benjamin who served).


Image of Danube River and the Bridge Széchenyi Lánchíd.


On this day was going on a march, people advise me not to go, but for me, accustomed to go out sometimes even in days of classics between Sao Paulo and ‘Curíntia’, this march would be a ‘Red carpet’ … and was … there were families on the streets and sellers of typical foods.


The famous thermal baths. This compensates a lot. The public thermal baths. Imagine an environment outside to almost 0º degrees and you inside giant and varied pools. The water temperature was over 30º degrees … Perfect!

I advise you to go, you can spend the whole day there and spend 18 euros or so.

PS: VERY IMPORTANT. Take the tourist guide. In it there will be phones for emergencies, guide to restaurants and places to visit, the map of the city and an important tip. Read all about it as you arrive, I read only the last day, but it was kind of late.

The situation was as follows, there is a street called Fashion Street, trade is very active and there are scammers. Most often women. In this guide, is described the strike with all details. Make no mistake, in Brazil, you usually is robbed at gunpoint. There is different, the scammers will set a trap and when you realize may be too late.
I had just arrived and was with the map ‘a tourist naïve’ – the perfect bait. Two women approached, one appeared to have been about 60 years and had several wrinkles and the other was about 30 years. The two came to me asking if they could see the map as well. And they began to talk they had just arrived and wanted to know the city. The conversation was going and they spoke to have a drink. We went for a few drinks. All of us ordered a martini for each and when the bill came, they wanted me to pay – detail: each martini amounted to 20 euro. The waitress was involved in as well. The result was that the three began to pressure me to pay, I put the wrong password three times on my card and said I would pay only what I had consumed. The moment was tense … until they threatened to call the police and I agreed. Instantly, the three stopped, thought and told me to pay only my martini and go, and that’s what I did.
In slideshow images from de city, thermal baths and the monuments:

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Go there if you have the chance!

Date of the trip: March, 2009
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3. A Hungria

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Sobre Albert Takahashi
Brazilian-Japanese, gratuated in advertising, home-broker, traveler, experiencialist, blogger, tweeter guy, youtuber, digital influencer, living/studying French in Montréal currently, analysing the human behaviour and its interaction with the social media.

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