“Pequenas Europas” – parte 1: Eslovênia

1. Português
2. In English: “Tiny Europes” Part I: Slovenia (click on “Saiba Mais” and roll the page down to read)

3. En Español: “Pequeñas Europas” Parte I: Eslovenia (pinche en “Saiba Mais” y baje la página para leer)

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1. Quem nunca quis conhecer o mundo? Quem nunca quis conhecer a Europa? Perguntas genéricas, óbvio. Pessoas são diferentes, pensam diferente e vivem realidades diferentes. Para muita gente, ir para o mesmo lugar todas as férias e durante toda a vida é o suficiente (e isso é ótimo, tais pessoas conseguem fazer do simples um estilo de vida e até encontrar a tal ‘felicidade’).

Eu não consigo! E isto está estabelecido em minha vida. Desde criança tenho o sonho de conhecer o mundo, no entanto, naquela época, a vontade de conhecer o mundo com certeza estava mais ligada ao fato de um dia poder voar de avião ou simplesmente viajar  para saber o que existia em outros lugares. Hoje, um pouco mais maduro, vejo que voar de avião não é tão legal, porém, continuo tendo um pouco daquela criança.

Como ficar parado, sabendo que existem tantas paisagens, climas, arquiteturas e histórias diferentes? E o que dizer sobre as pessoas? São faces, línguas, costumes. Cultura! E tendo tudo isso em mente, a única força que me move para frente é a busca do conhecimento, do novo. Como já dizia Einstein: “Life is like riding a bicycle. To keep your balance you must keep moving”.

No tema “Pequenas Europas”, vou escrever sobre minha primeira viagem ao velho continente. No entanto, não vou escrever, por exemplo, que a Eslovênia era parte da Iugoslávia, que tem mais ou menos 2 milhões de habitantes, que deixou de ser comunista ou que entrou para a U.E. recentemente, pois para encontrar tais informações, basta dar um: “google it” ou uma “googada”.

Vou escrever um pouco sobre minhas sensações e algumas histórias que se passaram pela viagem, pois isso, é algo que não se encontram em livros. É a tão famosa Experiência de Vida ou Cultura.

Um último adendo com o objetivo de responder perguntas comuns. Por quê em vez de Inglaterra, França, Itália, etc. eu escolhi Eslovênia, Hungria e Polônia? Sinceramente, o fator financeiro foi levado em conta e vontade não faltou. No entanto, tenho um amigo que vive há dois anos na Eslovênia e, há muito, vem me fazendo o convite. Não precisei pensar muito para aceitar e o motivo foi simples. Não existe cultura melhor que outra, mas diferente. E isso me deu o ‘drive’ necessário para querer viajar e conhecer o ‘desconhecido’ (países ‘undergrounds’ da Europa).

A sensação do frio intenso começou quando estava prestes a aterrisar. Cheguei no dia 10/03/2009, ou seja, havia ainda mais um mês de inverno.Vista da Eslovênia -Avião

Lago congelado - Slovenska Biztrica

Nesse dia havia tanto vento que o campeonato de esquí foi cancelado.

Neve

“Albert esteve aqui” 21/03/2009

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Aprendi que a palavra cidadania pode ser empregada de maneira prática. As pessoas são educadas e normalmente prestam ajuda quando solicitada, mas o mais estranho (para um paulistano) foi ver um aglomerado de pessoas atravessando a rua na faixa e esperando pelo sinal verde (detalhe: mesmo quando não haviam carros as pessoas esperavam). Claro que haviam exceções vez ou outra, mas enfim, não foi natural para mim, apesar de ser o certo.

Conheci uns brasileiros amigos do meu amigo. Por vezes, me fizeram sentir como se estivesse no Brasil.Está foto é de Bled, uma das cidades mais turísticas da Eslovênia. Tenho que mencionar o Lindomar e sua esposa Katja (eslovena). Me deixaram ficar um dia na casa deles, fui a um tipo de apresentação da filha deles (a Linda) e depois ainda me levaram para ver um dos castelos mais antigos da Eslovênia e para tomar um café da manhã com um doce bem típico, o qual o nome, infelizmente, não recordo. Obs: muitas cidades são vilarejos lá.

Conheci a família eslovena de Katja e me senti muito confortável apesar de não entender nada do que falavam (a língua oficial é o esloveno, no entanto, há muitos jovens que falam inglês). A família percebeu que eu não entendia nada, mas tentavam me deixar a vontade, a hospitalidade foi incrível. Antes de entrar na casa aprendi que deve-se tirar os sapatos e colocar um tipo de pantufa. Me ofereceram um licor de vinho magnífico para brindar e convidaram-me a sentar (David, outro amigo brasileiro, me disse que a mãe de Katja avisou que se eu não sentasse, poderia espantar o sono da casa, então sentei). Bebi um café estilo árabe, o qual o pó fica no fundo e comi uma torta de maçã (as frutas mais típicas lá são a uva e a maçã).

Obs2: Tenho que pegar as fotos com o David, creio que vá demorar. Não pensem que Bled se resume apenas a essa foto abaixo!

Bled

Essa é a praça central de Ljubljana de noite!

Praça Central

Comida típica. Cerveja Lasko. Linguiça, batata, repolho refogado, bacon, carne de porco. Não adianta nada viajar para outro país sem, ao menos uma vez, ir a um restaurante que sirva a comida local. Imagine vir ao Brasil e voltar sem provar a fabulosa feijoada. NON-SENSE!

Cerveja Lasko, batata, salsicha, salada de repolho refogada, frango.

Restaurante típico.

Restaurante típico

Esse dia foi engraçado. Lá estava eu andando distraidamente pela cidade quando me deparei com a Ogilvy.

Quem diria??

Quem diria??

Ljubljanski Grad (Castle Hill). Essa é a cafeteria do castelo. Mencionaram que o castelo pode ser do século IX.

Castelo

Essa é a vista do alto do castelo.

Vista do Castelo

The Dragon Bridge.

Dragon Bridge

Preseren Trg. Fica na praça Principal de Ljubljana. O nome do Poeta é France Preseren e acima está seu amor utópico e platônico pois eram de classes sociais diferentes. Ele morreu pobre e bêbado. Seus poemas só foram reconhecidos após sua morte e sua estátua está olhando para a janela onde sua amada morava. Sua amada foi levada para o fundo do rio por um monstro que se transformou em um príncipe que a seduziu em uma festa (a segunda parte da história é obviamente uma lenda).

europa-088Preseren Trg

europa-075

Esse é um dos caminhos mais ‘fancy’ do centro. Há um monte de bares nos quais se pode pegar um ‘take away coffee’ ou ‘coffee-to-go’, ou mesmo sentar para tomar algo e conversar durante horas.

Uma rua fancy

Este é meu amigo. ‘Sr.’ Armando do do do do…haha

opa!

Uma coisa muito bacana também são as estações muito bem definidas. No inverno realmente fazia frio, no entanto bastou chegar a primavera que a cidade ganhou uma cor viva e revigorante!

Celica Hostel. Fica perto do Metelkova, um lugar onde acontecem várias ‘baladas’ para todos os tipos e gostos. O Celica costumava ser uma prisão antigamente e seus quartos são as selas. Um lugar muito bem decorado e conhecido entre os Youth Hostels da Europa.

Celica - Metelkova

Celica

Celica

Celica

Sim! 13 T de vinho é a capacidade total que entra nesse tipo de porão. No entanto, quando fui, havia apenas 8 T. Tenho que mencionar duas pessoas muito especiais que me ajudaram a conhecer um pouco da cultura das pessoas. David (brasileiro) e Andrea (sua esposa também eslovena). Sem me conhecer, os dois me acolheram e me mostraram tudo o que podiam em um fim de semana memorável. Me levaram para conhecer umas cidades que consideravam turísticas e conviver com famílias com costumes antigos eslovenos. Por exemplo, esse porão com tanta quantidade de vinho não é considerado anormal na casa das pessoas. Muitas famílias que vivem nos vilarejos produzem a própria comida e vinho também. No interior, muitas pessoas cultivam uva, maçã e verduras e, fazem também pão, salame e queijo. É costume oferecer comida aos convidados e quando a comida da mesa acaba, eles começam a preparar outro prato. Tive que tomar cuidado para não acabar com o prato de bisteca de carne bovina, salame e queijo, no entanto, já estavamos acabando o segundo jarro de vinho.

13 T de vinho

Gostaria de mencionar também um pouco da vida noturna. Infelizmente não tirei fotos. Me chamaram a atenção os lugares onde as pessoas dançavam Salsa. Isso mesmo, Salsa! As mulheres adoram. Há também festas com músicas antigas e dance musi, mas a Salsa realmente me deixou com vontade de aprender o estilo e voltar um dia!

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2. “Tiny Europes” Part I: Slovenia

Who ever wanted to know the world? Who never wanted to know Europe? General questions, obviously. People are different, think different and live different realities. For many people go to the same place all the holidays and throughout the lifetime is enough (and that’s great, these people can make a simple lifestyle turns into ‘happiness’).
I cannot! And this is established in my life. Since as a child I have been dreaming to see the world, however, at that time, the desire to know the world was certainly more connected to the fact that one day I could fly in an airplane or just traveling to see what would exist elsewhere. Today, a little more mature, I know that flying in a plane is not so nice but I still have a bit of that child.
How could I stand still, knowing that there are many landscapes, climates, architectures, and different stories? And what about people? Are faces, languages, customs. Culture! And having all this in mind, the only force that moves me forward is to seek knowledge, the new and the odd. As Einstein once said: “Life is like riding a bicycle. To keep your balance you must keep moving “.
Under the theme “Small Europas,” I write about my first trip to the old continent. However, I will not write, for instance, that Slovenia was part of Yugoslavia, which has about 2 million inhabitants, which is no longer communist or who joined the EU recently, because to find such information… It’s enough “google it”
I’ll write a little about my feelings and some stories that went for the trip, because this is something not found in books, just Life Experience or Culture.
One last addendum in order to answer common questions. Why instead of England, France, Italy, etc.. I chose Slovenia, Hungary and Poland? Frankly, the financial factor was taken into account and will not miss. However, I have a friend who lives in Slovenia for about two years and he have been inviting me since then. It didn’t take long to accept and the reason was simple. There is no culture better than another, but different. And that gave me the ‘drive’ needed to want to travel and see the ‘unknown’ (countries ‘undergrounds’ of Europe).
The sensation of intense cold began when the plane was landing. I Arrived on 10.3.2009, there was still another month of winter.
Vista da Eslovênia -Avião

Lago congelado - Slovenska Biztrica

This day the wind was so strong that the skiing championship was cancelled.
Neve

“Albert was here” 21/03/2009

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I learned that the word citizenship may be employed in a practical way. People are usually polite and provide help when requested, but the strange (for a guy from Sao Paulo) was to see a cluster of people crossing the street on the ‘zebra’ and waiting for the green signal (detail: even when there weren’t cars, people wait for the green). Of course there were exceptions, occasionally, but, it wasn’t natural for me, despite being right.
I met some Brazilian friends of my friend. Sometimes it made me feel as I were in Brazil. This pix is from Bled, one of the most touristic cities of Slovenia. I have to mention the Lindomar and his wife Katja (Slovenia) allowed me staying at their house one day. I went to a presentation of their daughter (Linda) and they took me to see one of the oldest castles in Slovenia and take a breakfast with a typical candy, whose name, unfortunately, I don’t remember. Note: Many cities are villages there.
I knew the Slovenian family of Katja and I felt very comfortable despite not understanding anything of what they said (the official language is Slovene, however, there are many young people who speak English). The family realized that I knew nothing, but tried to make me comfortable, the hospitality was amazing. Before entering the house I learned that you should take off your shoes and put a kind of slipper. I was offered a magnificent liqueur wine to toast and I was invited to sit at the table (David, another Brazilian friend told me that the mother of Katja warned that if I do not sit, could frighten the sleeping of the house, then I just sat.) I drank an Arabic style coffee, which the powder stay at the bottom of the cup and ate an apple pie (more typical fruits there are grapes and apples).

Note2: I have to take the others pix with David. Bled is not just this photo.

Bled

The central square in Ljubljana:

Praça Central

Typical food. Lasko beer. Sausage, potatoes, steamed cabbage, bacon, pork. It’s no use to travel to another country without, at least once, go to a restaurant that serves local food. Imagine coming to Brazil and back without tasting the fabulous ‘feijoada’. NON-SENSE!

Cerveja Lasko, batata, salsicha, salada de repolho refogada, frango.

Restaurante típico.

Restaurante típico

Funny day. Out of the blue an Ogilvy appears…

Quem diria??

Quem diria??

Ljubljanski Grad (Castle Hill). The cafeteria. They mention that this castle could be dated of IX Century.

Castelo

Landscape from the top of the castle:

Vista do Castelo

The Dragon Bridge.

Dragon Bridge

Preseren Trg. Fica na praça Principal de Ljubljana. O nome do Poeta é France Preseren e acima está seu amor utópico e platônico pois eram de classes sociais diferentes. Ele morreu pobre e bêbado. Seus poemas só foram reconhecidos após sua morte e sua estátua está olhando para a janela onde sua amada morava. Sua amada foi levada para o fundo do rio por um monstro que se transformou em um príncipe que a seduziu em uma festa (a segunda parte da história é obviamente uma lenda).
Preseren Trg. It is located in the main square of Ljubljana. The name of the French poet is Preseren and above him there is her platonic and utopic love because they were from different social classes. He died poor and drunk. His poems were not recognized until after his death and his statue is looking at the window where his beloved lived. His beloved was taken to the bottom of the river for a monster that turned into a prince who seduced her at a party (the second part of the story is obviously a legend).
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europa-075

Esse é um dos caminhos mais ‘fancy’ do centro. Há um monte de bares nos quais se pode pegar um ‘take away coffee’ ou ‘coffee-to-go’, ou mesmo sentar para tomar algo e conversar durante horas.
This is the fancier part in the center. There are a lot of bars where you can get a ‘take-away coffee’ or ‘coffee-to-go’, or even take a sit and something to drink and talk for hours.
Uma rua fancy

This is my friend. Mr. Armando do do do do…haha

opa!

Uma coisa muito bacana também são as estações muito bem definidas. No inverno realmente fazia frio, no entanto bastou chegar a primavera que a cidade ganhou uma cor viva e revigorante!
One thing cool are the seasons very well defined. In the winter really it’s really cold, however when the spring arrived all the city turned into vibrant and crisps colors!

Hostel Celica. Is close to the Metelkova, a place where happen several ‘parties’ to all types and tastes. The Celica used to be an old prison and its rooms are the saddles. A very well decorated and well known hostels among the Youth Hostels of Europe.
Celica - Metelkova

Celica

Celica

Celica
Yes! 13 Tons of wine is the total capacity into this type of basement. However, when I went, there were only 8 T. I have to mention two very special people who helped me learn a little of the culture of the people. David (Brazil) and Andrea (his Slovenian wife). Without knowing me, the two welcomed me and showed me everything they could in a weekend memorable. They took me to cities that are considered touristic and introduced me to families with ancient Slovenes customs. For example, this basement with wine is not considered abnormal in people’s houses. Many families who live in villages produce their own food and wine too. Inside, many people grow grapes, apples and vegetables and also make bread, salami and cheese. It is a costume to offer food to the guests and when the food of the table runs out, they start preparing another dish. I had to be careful not to end the steak dish of beef, salami and cheese, however, we were already finishing the second jug of wine.

13 T de vinho
I would like to mention a bit of nightlife. Unfortunately I did not take pictures. People love salsa there. That’s right, Salsa! Women love. There are also parties with old songs and dance music, but the salsa really left me wanting to learn the style and go back one day!

Date of the trip: March 2009
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3. ¿Quién no ha querido conocer el mundo todo? ¿Quién no ha querido viajar por la Europa? Son preguntas generales, por supuesto. Personas son diferentes, piensan diferente y viven en realidades diferentes. Para muchos, ir al mismo lugar por las vacaciones y durante toda La vida es suficiente (y eso es genial, pues estas personas pueden llevarse un estilo de vida sencillo y encontrar la “felicidad”).

¡Yo no puedo hacerlo! Y eso está establecido en mi vida. Desde niño he tenido el sueño de viajar alrededor del mundo, sin embargo, en aquel tiempo, el deseo de conocer el mundo estaba ciertamente más relacionado con el hecho de un día volar en avión o simplemente para saber lo que existía en otros lugares. Hoy en día, un poco más maduro, veo que volar en avión no es tan genial, pero aún así tengo un poco del aquel niño.

¿Cómo quedarme en un solo lugar, sabiendo que hay tantos paisajes, climas, arquitecturas e historias diferentes? ¿Y las personas? Son rostros, lenguas, costumbres ¡Cultura! Teniendo en cuenta todo esto, la única fuerza que me impulsa a seguir es la búsqueda por el conocimiento. Como decía Einstein: “La vida es como andar en bicicleta. Para mantener el equilibrio debe mantenerse en movimiento. ”

En el tema “Pequeñas Europas” voy a escribir sobre mi primer viaje al viejo continente. Sin embargo, no voy a escribir, por ejemplo, de la historia de Eslovenia, que fue parte de Yugoslavia, que tiene unos 2 millones de habitantes, que dejó de ser un país comunista o que se unió recientemente a la UE, ya que para encontrar esas informaciones, basta procurar en Google.

Voy a escribir un poco acerca de mis sentimientos y algunas historias que se sucedieron durante el viaje porque es algo que no se puede encontrar en los libros. Es el que llaman experiencia de vida o cultura.

Una última adición con el fin de responder a las preguntas comunes. ¿Por qué en lugar de Inglaterra, Francia, Italia, etc. elegí Eslovenia, Hungría y Polonia? Honestamente, el factor financiero fue llevado en cuenta, pues gana de ir por todos estos países no faltó. Además, tengo un amigo que vive en Eslovenia hace dos años y desde hace mucho tiempo él me invita a conocer el país. No necesité pensar mucho para aceptar y la razón fue simple. No existe una cultura mejor que otra, pero diferente. Y ese pensamiento me dio la voluntad necesaria para viajar y conocer el ‘desconocido’ (los países menos populares de Europa).
La sensación de frío intenso comenzó cuando estaba a punto de aterrizar. Llegamos el 10/03/2009, o sea, habría aún uno mes más de invierno.

Vista da Eslovênia -Avião

Lago congelado - Slovenska Biztrica

En eso día, había tanto viento que el campeonato de esquí fue cancelado por la seguridad.

Neve

“Albert estuvo aquí” 21/03/2009

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Aprendí que la palabra ciudadanía se puede utilizar en la práctica. Las personas en Eslovenia son generalmente amable y ayudan los otros cuando les solicitan, pero lo extraño (para una persona de Sao Paulo) fue a ver el respecto por las reglas en las calles. Por supuesto, había excepciones de vez en cuando, pero al final, empecé a quedarme como los nativos y aunque fuera lo correcto, no era natural para mí.

Conocí algunos amigos brasileños de mi amigo. A veces ellos me hicieron sentir como si estuviera en Brasil. Esa foto es de una ciudad llamada Bled, una de las más turísticas de Eslovenia. Tengo que mencionar el Lindomar y su esposa Katja (eslovena). Dejaron que me quedase en su casa y fui a una especie de presentación de sus hija (Linda), tras aun levaron me a ver a uno de los castillos más antiguos de Eslovenia y tomar un café por la mañana con un dulce típico, el cuyo nombre, infelizmente, no lo recuerdo. Nota: Muchas ciudades son en realidad aldehuelas allí.

Conocí también la familia Eslovena de Katja y me sentí muy cómodo a pesar de no entender nada de lo que hablaban (el idioma oficial es el esloveno, sin embargo, hay muchos jóvenes que hablan Inglés). La familia se dio cuenta de que yo no sabía nada, pero intentaron de dejar me a la voluntad, la hospitalidad era increíble. Antes de entrar en la casa me enteré de que había que quitarme los zapatos y poner una especie de zapatilla. Me ofrecieron un magnífico vino de licor para brindar y me invitaron a sentarme (David, otro amigo brasileño me dijo que la madre de Katja advirtió que si no me siento, podría alejar el sueño de la casa, entonces me senté). Tomé un café al estilo árabe, en la que el polvo se queda al fondo de la taza y comí un pastel de manzana (las frutas más típicas de allá son la uva y la manzana).

Nota 2: tengo que tomar las otras fotos con David, creo que va a demorar un largo tempo. No pienses que Bled se reduce solamente a esta imagen de abajo!

Bled

La plaza central de Ljubljana por la noche:

Praça Central

La comida típica. Cerveza Lasko. Salchichas, patatas, repollo al vapor, tocino, carne de cerdo. De nada sirve viajar a otro país sin que, al menos una vez, va a un restaurante que sirve la comida local. Imagínese llegando a Brasil como visitante y volverse sin probar la fabulosa “feijoada”. ¡No tenía sentido!

Cerveja Lasko, batata, salsicha, salada de repolho refogada, frango.

Restaurante típico.

Restaurante típico

Ese día fue divertido. Allí estaba yo, casualmente paseando por la ciudad cuando me encontré con la agencia de publicidad Ogilvy, pero en la versión eslovena.

Quem diria??

Ljubljanski Grad (la Colina del Castillo). Esta es la cafetería del castillo. Dijeron que él puede ser del siglo IX.

Castelo

La vista desde lo alto del castillo:

Vista do Castelo

Dragon Bridge:

Dragon Bridge

Preseren Trg. Queda en la Plaza de Armas en Ljubljana. El nombre del poeta es Preseren Francia y por encima de él esta su amor platónico y utópico, pues eran de diferentes clases sociales. Murió pobre y borracho. Sus poemas fueron reconocidos sólo después de su muerte y su estatua está mirando a la ventana donde vivía su amada. Aún según la historia, su amada fue llevada al fondo del río por un monstruo que se convirtió en un príncipe que la sedujo en una fiesta. (la segunda parte es, obviamente, una leyenda).

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Esto es uno de los caminos más “elegantes” del centro. Hay un montón de bares donde se puede obtener un “café para llevar” o “café-to-go”, o incluso sentarse a tomar una copa y hablar durante horas.

Uma rua fancy
Este es mi amigo. ‘El señor’ Armando:

opa!

Una cosa muy interesante son las estaciones muy bien definidas. En el invierno realmente hace frío, pero basta llegar la primavera para que la ciudad adquiera un color vivo.

Hostel Celica. Se encuentra cerca de Metelkova, un lugar donde hay varias fiestas para todos los tipos y gustos. El Celica solía ser una antigua cárcel y sus habitaciones son las antiguas sillas. Un local muy bien decorado y bien conocido entre los Albergues Juveniles de Europa.

Celica - Metelkova

Celica

Celica

Celica

¡Sí! 13T del vino es la capacidad total en este tipo de sótano. Sin embargo, cuando me fui, sólo había 8T. Tengo que mencionar a dos personas muy especiales que me ayudaron a aprender un poco de la cultura de la gente. David (Brasil) y Andrea (su esposa también eslovena). Sin me conocer muy bien, los dos me dieron la bienvenida y me enseñaran todo lo que pudieron en un fin de semana inolvidable. Me llevaran a ver a algunas ciudades turísticas y me pusieron en contacto con las familias que tenían costumbres antiguos de Eslovenia. Por ejemplo, esto sótano de vino es considerable normal en los hogares de la región. Muchas familias que viven en las aldeas producen sus propios alimentos. Ellos cultivan uvas, manzanas, verduras y también hacen el pan, salami y queso. Es costumbre ofrecer comida a los invitados y cuando la comida se acaba encima de la mesa, se apresan para llenar otro plato o vaso. Tuve que tener lo cuidado de no terminar el plato de carne de res, salami y queso, sin embargo, hacíamos cuestión en terminar el vino.

13 T de vinho

Me gustaría mencionar también sobre la vida nocturna. Infelizmente no saqué fotos. Me llamó la atención la cantidad de lugares donde la gente baila salsa. Las mujeres la aman. También hay partes por donde se pueden oír viejas canciones o dance music, pero por influencia de esta viaje, voy a aprender el estilo y volver un día.

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Sobre Albert Takahashi
Brazilian-Japanese, gratuated in advertising, home-broker, traveler, experiencialist, blogger, tweeter guy, youtuber, digital influencer, living/studying French in Montréal currently, analysing the human behaviour and its interaction with the social media.

7 Responses to “Pequenas Europas” – parte 1: Eslovênia

  1. É verdade todo brasileira acaba tendo o sonho de conhecer a Europa, depois que passou do sonho de conhecer a Disney. Sempre achamos que os paises do norte são melhores que os nossos. Se é seu sonho conhecer o mundo irá conhecer.
    Já pensou em ser guia??? Vc deu uma aula aqui sobre tudo que conheceu. Eu quero viajar o mundo fotografando as fraquecas de cada pais, meio maluco isso né?
    Mas seria como provas que todos os países são como as pessoas tem defeitos e qualidades.
    Qual a próxima parada?
    Sucesso

  2. É verdade!

    Bom, acredito que para este ano minha próxima parada é algum lugar do Nordeste. Mas ano que vem estou pensando nos países Bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia).

    Vamos ver!!!

  3. Pingback: Intessante post de um brasileiro visitou a Eslovênia em março de 2009. « Uma brasileira na Eslovênia

  4. Pingback: Ideando stats in 2010 « Ideando

  5. Denis Matos says:

    Muito Loko!

    Estou pensando em passar uma semana nesse país mágico em setembro, que acha dessa época? Tem algumas dicas?

  6. Opa! Obg!

    Acho que é bem legal, as estações são muito bem definidas.

    Dicas em relação a que especificamente?

    abs

  7. Pingback: Post de um brasileiro que visitou a Eslovênia. « Uma brasileira na Eslovênia

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